Uma explosão de cores, sons e alegria. Tudo acontece ao mesmo tempo em uma gincana. Ela é um evento formidável para a aprendizagem. Edgar Morin, o arquiteto da complexidade, sociólogo francês, nos ensina que a melhor forma de aprender é de forma transdisciplinar. Uma gincana, quando bem trabalhada, serve para facilitar o diálogo entre os saberes que se encontram, pela própria limitação humana, fragmentados em sala de aula.
A arte, a ciência, a disciplina moral, as relações sociais, tudo ao mesmo tempo envolve o aluno em uma gincana. E não somente o aluno, mas todos que participam desse evento. De forma bem lúdica, a competição vai acontecendo e sem perceber vamos aprendendo lições preciossímas.